UPA Informa

 
UPA Faz a diferença
Encontrar+se
upa informa
Homepage / Inserção no mercado de trabalho de jovens com doença mental
O que é a Esquizofrenia
O que é a Doença Bipolar

Saúde Mental Em Agenda

Fale Connosco

deixe a sua opinião
Eufami
WFMH
Outras Vozes
MGMH
Sugestão do mes
 

Inserção no mercado de trabalho de jovens com doença mental



No passado dia 13 de Julho tiveram lugar na Universidade Politécnica da Catalunha a Jornada Estigma 0 | Saúde Mental e Perfis Profissionais de Ocupação. Este encontro contou com comunicações de diversos grupos de trabalho na área da inserção laboral dos universitários com doença mental e sobre a situação destes no mercado de trabalho actual.
No âmbito da jornada foi possível perceber que os universitários com doença mental “levam um ano a encontrar trabalho”, de acordo com Ingrid Sala, do Grupo de Investigação da Incapacidade e Qualidade de Vida da Universidade de Ramon Llull de Barcelona.

 
Ingrid Sala destacou, ainda, que as pessoas com doença mental “acreditam ter mais dificuldades para encontrar trabalho”, no entanto, as empresas de inserção “não acreditam que as incapacidades sejam um problema para a empresa”.

 

Noutra apresentação, a cargo da epidemiologista Ana M. Gavira, do Instituto Pere Mata, apresentaram-se resultados de um estudo sobre o impacto de um programa de inserção laboral na melhoria clínica de pessoas com doenças mentais graves. Na sequência desta apresentação, Ana Gavira referiu que existem cerca de “85% de desempregados entre as pessoas com doença mental” e que esta é a incapacidade “com níveis mais baixos de inserção”.

 
A perspectiva das empresas ficou a cargo de Mireia Triquell, da Fundação Manpower, e de Conrad Fontanals, do Centro Especial de Trabalho (CET) da Integral Cam. Triquell relatou a falta de conhecimento em relação à doença mental e alertou para a necessidade de formar os trabalhadores com incapacidade para enfrentar o mercado de trabalho. Por outro lado, Fontanals destacou o trabalho e o esforço da sua empresa para a constituição do CET com o objectivo de dar trabalho a pessoas com qualificações académicas.

 
Em Portugal os dados epidemiológicos relativos à inserção laboral ou ocupacional das pessoas com doença mental ainda não se encontram disponíveis. No entanto, a Organização Mundial de Saúde refere que entre 70 a 90% das pessoas com doença mental se encontram desempregadas, o que pode conduzir a situações de pobreza e consequentemente a uma pior condição de saúde física e mental. Desta forma, torna-se necessário lutar pelo direito ao emprego ou a uma ocupação, que é um dos direitos fundamentais das pessoas com doença mental.

 

 

Fonte: http://www.associaciojoia.org/


Esta notícia não tem comentários.    
Facebook
|
|
|
Encontrar+se
Visualmágico graycell WebDesign & Development: Graycell