Com o intuito de identificar os mecanismos transversais às intervenções antidepressivas, Guo -Jen Huang e colaboradores (2012), conduziram um estudo com três grupos de ratos: um grupo medicado com o antidepressivo Fluoxetina, outro cuja intervenção incluiu a prática do exercício físico regular e um outro integrado num ambiente protegido.
Através da análise do hipocampo, foram comparadas mudanças na neurogénese adulta, na plasticidade neuronal e na expressão de genes induzidos por cada uma das intervenções, procurando identificar os mecanismos comuns subjacentes ao efeito antidepressivo.
O hipocampo dos ratos foi analisado ao nível celular e molecular. Os ratos que seguiam um tratamento farmacológico e os ratos expostos a exercício físico diário demonstraram não só similaridades ao nível do comportamento antidepressivo como também alterações na expressão genética a nível neuronal. Estas mudanças não foram observadas nos ratos expostos a um ambiente protegido.