A Sociedade Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental (SPESM) realizou um estudo com 1800 estudantes universitários do Porto para avaliar a sua saúde mental.
Segundo o Presidente da SPESM, Carlos Sequeira, os resultados são “pouco animadores”, já que mais de 30% dos estudantes inquiridos consome medicamentos psicotrópicos (20,8% tranquilizantes; 7,7% sedativos e 5,1 hipnóticos). O consumo destas substâncias parece dever-se a questões relacionadas com “estados de ansiedade, risco de suicídio e questões de isolamento”.
De acordo com a SPESM, a prevalência de doenças mentais em Portugal é superior (23%) à média da UE (17%), mais especificamente prevalência da ansiedade (16,5%). Para Carlos Sequeira “o principal problema em Portugal parece ser a falta de prevenção ao nível da comunidade, uma vez que os tratamentos realizados são muito similares aos países da União Europeia (UE).”
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